O LABIRINTO DO ATO DE ESTUDAR NA ERA DIGITAL: CONSIDERAÇÕES TEMPESTIVAS
Palavras-chave:
Ato de estudar; Era digital; Labirinto; Educação popular.Resumo
Rediscutir a educação brasileira é um labor constante, assim como é um enorme desafio lançar um olhar mais acurado sobre caminhos das relações de ensino e aprendizagem de estudantes, visto que os avanços das tecnologias na era digital se impõem àqueles que trabalham e sobrevivem nessa seara educacional, sobretudo no entrelugar do ato de estudar e das condições para fazê-lo. Este artigo apresentou uma pesquisa bibliográfica que fez o recorte do ato de estudar na era digital na perspectiva de uma incursão na filosofia e na educação brasileira a partir da discussão de autores centrais, a saber: em primeiro lugar, “Sobre o ato de estudar na era digital” discutiu-se a partir de Morin (2003), Palfrey; Gasser (2011) e Bates (2017); em segundo lugar, “Sobretudo, o labirinto do ato de estudar”, dialogou-se com Larossa (2017) e Libanio (2001); e por fim, “Sob o ato crítico de estudar”, Paulo Freire (2001; 2011), Platão (2001), Severino (2017), Marconi; Lakatos (2017) e Lima (2021). Portanto, destacou-se a potencialidade de construção de uma educação cuja materialidade e intenção promova o espaço e tempo para o esclarecimento, para a diversidade e para a criticidade em relação à educação e ao ato de estudar, por conseguinte, a formação humana está no centro do debate proposta na dimensão de um dos níveis da educação popular brasileira.